quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Pregação e pregadores pós – moderno

João Ferreira leite Luz

(Reflexões)

Cada vez mais me convenço de que grande número dos pregadores pós – modernos são:
 “Teologicamente inconsistente, e, de uma lógica simplista.”. Fico apavorado com a falta de profundidade ao se lidar com as escrituras.
Agora verto minha crítica direto do latim: “vanitas vanitatum, et omnia vanitas”, ou seja, vaidade das vaidades, tudo vaidade. Suas pregações são literalmente sopro do nada. A homilia de muitos é só um “encher de lingüiças”, não leva a lugar nenhum.
Parece-me que estão se tornando “especialistas em irrelevâncias”, pois, seus sermões só lidam com superficialidades.
Surpreende-me o modo como se desperdiça os púlpitos nos dias atuais. Foi-se o tempo em que o púlpito era o lugar de homens sérios comprometidos com todo o conteúdo das escrituras.
Também sou um pregador do evangelho, sei, contudo, que estou longe de ser um grande pregador (grande no melhor sentido da palavra), entretanto, jamais assumo o púlpito da minha igreja ou de qualquer outra igreja sem antes fazer o dever de casa, jamais me permitirei ser medíocre no anúncio de tão elevados valores.
Faço minhas as palavras do D.Martyn LLoyd-Jones “para mim a pregação é a mais elevada, a mais gloriosa vocação para a qual alguém pode ser chamado”.
Pregadores, nunca percam de vista que aqueles que pregam a palavra de Deus influenciam sobre o destino das pessoas, inclusive sobre o destino eterno. O púlpito é coisa séria, ponderemos!

Que Deus nos ajude!






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