quarta-feira, 2 de junho de 2010

Memórias

Reflexões

“Mesmo que eu morresse amanhã eu plantaria ainda hoje uma macieira”.
Martinho Lutero

Quando extinguir-se nosso fôlego, quando cessar o sopro de vida em nós, o que deixaremos como herança para as futuras gerações?
Qual será a memória que terão de nós quando mencionado nosso nome?
Quando se lembrarem de nós, por quais razões e motivos se lembrarão?
Qual o legado de valores que estamos deixando para nossos filhos, netos e tataranetos?
Daqui a cem anos o que dirão da igreja que pastoreamos, dos sermões que pregamos e do ministério que exercemos? O que dirão de nós?
Confesso, morro de medo de passar pela vida em vão e no final de tudo “sair pela urina da história”, pois “As coisas que realizamos são a nossa história, nosso troféu. A garantia de que não passamos pela terra em vão”.

Que Deus me ajude!
João Ferreira Leite Luz

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