terça-feira, 13 de outubro de 2009

Pós-modernidade, fariseus, cristianismo e muita hipocrisia

Categoria – reflexões

É impressionante como nos achamos bons se comparados a outros. De quando em vez ouço a frase: “Graças a Deus que nunca usei drogas como fulano”, ou, “Fiz coisas erradas, mas nunca roubei como sicrano”, e ainda, “Não sou tão pecador como beltrano”.
Fica fácil nos acharmos bons ou santos quando nos comparamos as outras pessoas, entretanto, nos esquecemos do detalhe mais importante – somos tão miseráveis e pecadores quanto aos demais.
Diante de Deus os pecados são todos iguais, consequentemente, não existe pecador grande ou pecador pequeno - todos são pecadores simplesmente. Portanto, os pastores, padres e líderes de qualquer religião são tão pecadores quanto os viciados em drogas, quanto aos homossexuais, quanto a qualquer um, inclusive eu.
A pergunta é quem tem o maior pecado? Paulo, o apóstolo responde: “Esta afirmação é fiel e digna de toda a aceitação: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior”. I Timóteo 1.15.
Se o apóstolo Paulo se achava o pior dos pecadores, porque os líderes da modernidade se julgam melhores?
Penso ser ridícula a postura de religiosos que se julgam melhores do que aqueles que não pertencem ao seu quintal denominacional.
O nosso parâmetro nunca deve ser o comportamento das pessoas, devemos nos avaliar pelos valores do carpinteiro de Nazaré.

Que Deus nos ajude!
Errare humanum est - errar é humano
João Ferreira Leite Luz

2 comentários:

lery disse...

Irmão, já estou te seguindo, vai lá e me segue também htt://lery-blogdalery.blogspot.com vou aprender com vocês.

João Ferreira disse...

Querida amiga,

Obrigado por estar me seguindo. Que Jesus lhe enriqueça a alma.

João